sexta-feira, 29 de julho de 2011

Um bate-papo em "Num faz cabimento"

Enquanto preparo um comentário a um dos mais belos poemas-narrativos fantásticos da nossa língua, ficai com o bate-papo entre este que vos escreve e a turma do Num faz cabimento, nos estúdios da Mansão Wayne(à qual se chega via Linhas Amarela ou Verde da Wayne Corporation). Uma conversa regada com “whisky e cerveja”(e o auxílio luxuoso da pizza), e cujo barulho dos copos e garrafas me faz lembrar a maravilhosa banda sonora da série Mad-men, onde a música das pedras de gelo nos copos devidamente abastecidos encanta os ouvidos, música essa que dedico ao saudoso e queridíssimo Mussum. Ao contrário (será?) da grande série norte-americana(viva a América!), as bebidas não são cenográficas (ou tirei a sorte grande de não sê-lo no dia), o que se poderá notar no qüinquagésimo oitavo minuto quando criei a mais revolucionária tipologia métrica que abalará para sempre a história da poesia brasileira (quiçá, com mais audácia que a Poesia Concreta): “alexandrino maior” quando o correto é, obviamente, “redondilha maior”. Minha presença baiana reforçou o sistema de cotas em um programa no qual, além de um “moreno escuro” (e alma do programa) Ivan Silva, já contava com a ilustre presença do também baiano (de Saalvaadôo, com direito a acarajé e abará) Dionísio Amêndola (o right wing mais querido da família brasileira), figuras essas bem integradas aos representantes da elite quatrocentona Diego Blanco (da left wing e mantenedor entusiasmado do saudoso jingle da campanha eleitoral de Kassab) e J. P. Bueno (o locutor principal e moderador do programa e que, por vezes, contribui com a boa bagunça que só é possível nas grandes democracias). Segue, pois, o link do programa que por vezes me recorda o primeiro e grande Pasquim(c. 1969-1974). That’s all folks.

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